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A época dourada do hedonismo britânico ressurge na Tate Britain

A grande exposição revisita o espírito de uma era marcada pelo excesso, pela criatividade sem filtros e por uma necessidade urgente de liberdade.

Young Pink Kate, London 1998 © Juergen Teller
Young Pink Kate, London 1998 © Juergen Teller

Uma das décadas mais influentes da cultura contemporânea.

Sob o título «The 90s», a Tate Britain inaugurará em outubro uma grande exposição que revisita o espírito de uma era marcada pelo excesso, pela criatividade sem filtros e por uma necessidade urgente de liberdade. À frente do projeto está Edward Enninful, uma das figuras mais influentes da moda e da cultura visual do nosso tempo.

Falar da Grã-Bretanha dos anos 90 é falar de um país que, após uma profunda recessão económica, encontrou no hedonismo uma forma de resistência. Foi uma década em que o punk se transformou, o britpop se tornou a banda sonora de toda uma geração e a arte contemporânea britânica dinamitou as normas estabelecidas. Enquanto Oasis e Blur disputavam o trono das paradas, os Young British Artists tomavam conta dos museus e galerias, e o fenómeno Cool Britannia — com Kate Moss como ícone absoluto — exportava uma nova identidade cultural para o mundo.

A exposição apresenta-se como uma viagem imersiva a esse «novo amanhecer de otimismo, liberdade e rebelião» que definiu a época. Moda, fotografia, arte, música e cultura pop estarão concentrados nas salas da Tate Britain através da arte de Juergen Teller, Nick Knight, David Sims, Vivienne Westwood, Alexander McQueen ou Hussein Chalayan.

«The 90s» estará aberta ao público de 8 de outubro de 2026 a 14 de fevereiro de 2027.

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